JanioJabaquara


06/06/2008


Jabaquara 1

História do Jabaquara



Até o final da década de 1920 toda a área hoje correspondente à Sub-Prefeitura do Jabaquara,era escassamente povoada e apresentava características marcadamente rurais. Apenas chácaras esparsas se destacavam em meio a extensas superfícies não ocupadas. O “Caminho do Carro”, antiga via de ligação entre São Paulo e Santo Amaro, aberta durante o período colonial para permitir q tráfego de veículos de tração animal, atravessava a região do Jabaquara. Com início no bairro da Liberdade, seu traçado coincidia com o das atuais avenidas Vergueiro,Domingos de Morais e Jabaquara, cruzando em seguida os terrenos onde hoje se localiza o aeroporto, atingindo Santo Amaro após atravessar os atuais Campo Belo e Brooklin.



Entre 1886 e 1913 circularam os trens a vapor de uma pequena ferrovia que ligava Vila Mariana a Santo Amaro, e cujos trilhos foram implantados sobre o leito do antigo Caminho do Carro. O modesto núcleo de moradias que se estabelecera em suas proximidades, em função de uma capela erguida em homenagem a Santa Catarina, não foi capaz de ‘desempenhar’ o papel de pólo aglutinador do povoamento na região. Permaneceu isolado, sobretudo após a desativação da linha férrea. E a linha de bondes elétricos implantada pela Light and Power Co. em 1906 passava ao largo da região, pois seguia mais a oeste, num trajeto em linha reta que ia desde a rua Tutóia, na Vila Mariana, até o centro de Santo Amaro. A posterior linha Jabaquara, que à época de sua inauguração avançava além dos limites da zona urbanizada, apenas tangenciava a atual AR-JA.



Podem ser considerados como marcos iniciais, do processo de ocupação urbana na região a abertura, em 1928, da auto-estrada Washington Luiz, ligando Vila Mariana aos loteamentos suburbanos localizados às margens das represas, bem como a instalação do aeroporto de Congonhas em 1936. A valorização do preço da terra propiciada por estes melhoramentos incentivou a abertura de loteamentos (Jardim Aeroporto, Vila Mascote, Vila Santa Catarina, Vila Parque Jabaquara), que permaneceram, no entanto, praticamente desocupados ou apenas formando núcleos isolados até os anos 50. Esses bairros, que se localizam ao redor do aeroporto de Congonhas, estruturaram - se a partir de então, como zonas residenciais de classe média.



A ocupação das áreas situadas mais ao sul (ainda que alguns arruamentos datem da década de 40), ocorreu com maior intensidade a partir dos anos 60, quando a região do ABC transformou-se no principal pólo industrial da metrópole. O Jabaquara tornou-se zona de passagem para inúmeras linhas de ônibus que passaram a fazer a ligação entre aquela zona industrial e os bairros mais centrais da cidade. O processo de ocupação então desencadeado, já sobre o cenário de formação da faixa periférica de São Paulo, caracterizou-se pelos precários padrões de urbanização. Bairros como Cidade Vargas, Vila do Encontro, Vila Fachini, Vila Campestre e Americanópolis passaram a ser ocupados por uma população de recursos modestos, que na maioria das vezes, valeu-se do sistema de autoconstrução para erguer suas moradias em lotes de pequenas dimensões. A precariedade do padrão urbanístico nessa área é marcante, sobretudo nas encostas de declividade acentuada e nos fundos de vale, geralmente ocupados por favelas.



Uma área considerável do distrito do Jabaquara foi afetada, a partir da década de 1970, por significativas transformações no uso e ocupação do solo, em decorrência da implantação da linha norte-sul do metrô. São duas as estações na área em foco: Conceição e a estação terminal do Jabaquara, interligada a um terminal rodoviário. A valorização imobiliária ocorrida ao longo da linha do metrô e no entorno das estações levou a um verdadeiro processo de reorganização urbana. A verticalização de zonas residenciais como Vila Guarani, ocasionou o adensamento de sua ocupação, bem como a alteração de seu perfil sócio-econômico, como conseqüência da expulsão dos antigos moradores e de sua substituição por segmentos de renda mais elevada. Estruturaram-se ao redor das duas estações, nas imediações da avenida Eng. Armando de Arruda Pereira, zonas típicas de comércio e serviços, ocupadas por edificações de grande porte.



O tradicional comércio varejista de bairro, que atende a uma clientela de âmbito local, concentra-se ao longo de algumas vias da região. Além da já citada avenida, apresentam uso comercial mais intenso a avenida Santa Catarina, a avenida Eng. George Corbisier e a avenida Pedro Bueno e rua Tamoios, estas duas últimas sediando serviços relacionados à presença do aeroporto. Vale ressaltar, por outro lado, que não é desprezível a presença de estabelecimentos da indústria de transformação na AR-JA, sobretudo no distrito do Jabaquara, onde se localizam cerca de 320 estabelecimentos industriais, espacialmente dispersos. Ainda que 95% deles seja classificado, como de pequeno porte (possuem de 5 a 99 empregados), oferecem em seu conjunto cerca de 10.700 postos de trabalho. Esses números correspondem a 2,0% do total de estabelecimentos industriais de transformação existentes no Município e a 1,2% do total de postos de trabalho oferecidos no setor. Apenas a título de comparação, no distrito municipal de Santo Amaro, um dos mais industrializados da cidade, encontram-se 2,9% dos estabelecimentos industriais do Município e 6,5% dos postos de trabalho no setor (ali, fica evidente, têm maior peso os estabelecimentos de médio e grande porte). Dada a ausência de glebas que permitam a instalação de indústrias de maior porte e à inexistência de zonas de uso predominantemente industrial (Z-6) na AR-JA, não são previstas grandes alterações no perfil industrial da região.



Quanto à cobertura proporcionada pelas redes de infraestrutura urbana (dados relativos a 1990, provenientes das seguintes fontes: Sabesp. SVP/Ilume, SF e Sempla), a região administrativa do Jabaquara pode ser considerada bem atendida, quer pelos serviços de água encanada que cobrem 100% das vias públicas, quer pelo de esgotos, que atinge 90% das vias no distrito do Jabaquara e 95% no de Campo Belo-b. Percentuais semelhantes são observados quanto às vias servidas por iluminação pública (95% no Jabaquara, 97% em Campo Belo-b) e por pavimentação (90% no Jabaquara, 95% em Campo Belo-b).

fonte:www.geocities.com/jabaquaralivre/

Escrito por janio às 12h41
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Jabaquara

Assim começou o Jabaquara
Como bairro, o Jabaquara pode ser considerado relativamente novo (está completando 36 anos), porém é uma região habitada desde o século XVII. Existe controvérsia sobre a data do aniversário do bairro. No arquivo da Biblioteca Paulo Duarte, que funciona no Centro Cultural Jabaquara, há um decreto publicado no Diário Oficial do Estado de 17 de janeiro de 1964 criando o Sub-distrito do Jabaquara. Mas os dados do Arquivo Histórico Municipal registram a emancipação em 28 de fevereiro de 1964.

A denominação Jabaquara vem do tupi-guarani YAB-A-QUAR-A, que significa rocha e buraco. Nos tempos da escravidão era uma mata deserta que servia de abrigo aos escravos fugidos e que pertencia a uma das inúmeras sesmarias do Padre José de Anchieta, da Companhia de Jesus.

O local também servia como ponto de descanso para viajantes que se dirigiam a Santo Amaro e a Borda do Campo, até o início do século XVII. Nessa época começou a ser procurado por fazendeiros e sitiantes que ali abriram estabelecimentos agrícolas e comerciais. Somente no fim do século XIX a região se popularizou, depois que a prefeitura resolveu instalar um logradouro público, o Parque do Jabaquara, para passeios e piqueniques.

A chegada dos trilhos dos bondes, em 1930, e a inauguração do Aeroporto de Congonhas, em 1940, deram um grande impulso ao desenvolvimento do bairro. Mas o marco decisivo para o crescimento, foi a construção da Paróquia São Judas Tadeu, em 1940, a pedido do arcebispo metropolitano Dom José Gaspar Afonso e Silva. A devoção ao padroeiro do bairro trouxe novos moradores e motivou os antigos habitantes. Atualmente, a Paróquia de São Judas conta com duas igrejas e recebe cerca de 250 mil fiéis nos dias 28 de outubro (dia do santo), 80 mil pessoas nos dias 28 de cada mês e 10 mil em dias normais.

Das famílias mais importantes da região, duas se destacam na história do Jabaquara: os Rocha Miranda e os Cantarella. Esta última dona do famoso Sítio da Ressaca, que fica ao lado do Centro Cultural Jabaquara. A casa do Sítio da Ressaca é um dos pontos históricos da região. Seu nome vem de um córrego que havia ao lado que, posteriormente, chamou-se Córrego do Barreiro.

A construção do sítio é do século XVII, como está escrito nas portas das principais residências. O local foi tombado em 1972. A restauração foi feita em 1978 e retomada em 1986, após um incêndio. No mesmo local está o Acervo da Memória e do Viver Afro-Brasileiro, que reúne objetos referentes à presença dos negros em São Paulo. O Sítio da Ressaca está aberto diariamente para visitação ao lado do Centro Cultural do Jabaquara.

No alto do Jabaquara, os engenheiros Hugo e Arthur Brandi, imaginaram um plano para lotear aquela vasta propriedade. O loteamento fôra todo delimitado, para que não precisasse acabar com as árvores que cobriam o lugar e davam um toque especial para a paisagem. O lugar tornou-se um parque residencial muito calmo. Os lotes nunca eram menores que 1500 metros quadrados, e os moradores, quase todos de descendência alemã, plantavam árvores das mais diversas espécies, inclusive as ornamentais e frutíferas.

A casa mais famosa da região era a “Chácara das Mimosas”, cujo proprietário era o respeitado cirurgião de São Paulo, Luiz do Rego. Sua propriedade era encoberta das mais diversas espécies de plantas e também muitas essências nobres no Brasil, como as acácias e flores miúdas e amarelas envoltas em pólen. Outra propriedade famosa que fez história no bairro foi a Ibiraparaó, que em tupi-guarani quer dizer “Casa dos Arcos”.

Alguns anos depois muita gente se mudou do Jabaquara e os novos proprietários passaram a relotear a terra em metragens cada vez menores. Depois que o dono morreu, a Chácara das Mimosas desapareceu e transformou-se no antigo parque do Jabaquara.

As outras chácaras que foram tombadas viraram bairros e levaram o nome de seus donos, como a Cidade Vargas e Cidade Ademar.

Uma curiosidade da região é que a maioria das ruas levam o nome de árvores que existiam nas casas coloniais. É o caso da rua Buritis, Jatobás, Jequitibás, Grumixamas e Casuarinas.

Essas ruas pertenciam a uma só fazenda. Seus donos protegiam os escravos fugitivos de outras fazendas. Ao longo dos anos a região ficou coberta por um cemitério de escravos.


fonte:www.jabaquaranews.inf.br/web%20teste2/regiao.htm

Escrito por janio às 12h33
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05/06/2008


ilustraçao



bela ilutração

Escrito por janio às 12h33
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20/11/2006


CHORADEIRA

Nós que já passamos de uma certa idade, e que já compreendemos que o Futebol é um esporte, portanto que a derrota faz parte do jogo, tentamos não deixar a paixão por nosso clube do coração, superar a razão da conciência deste fato.

Porem, sou um palmeirense que senti saudade dos anos 90, quando o Palmeiras era um time campeão.

Que saudades do Felipão.

Quando nao era campeão, com certeza chegava no mínimo as quartas-de-final.

Saudades de sentir a frustação de não ir a uma final, não como atualmente, que nos frustamos, por uma partida que tivemos a vitória nas mãos e levamos uma virada, como aconteceu contra o Juventude, ficando novamente ameaçados de rebaixamento.

Será que sou apenas eu que vê que falta ao Palmeiras um goleador?

Um artilheiro pra concluir as jogadas dos ótimos Edmundo e Juninho.

Tomara que nesse Sétimo ano do Seculo XXI, os dirigentes deixem de se considerar imigrantes Italianos, que necessitam se fechar pra manter tradições.

Somos todos brasileiros, torcedores alvi-verdes ( os palmeirenses , claro ),pentacampeões, e queremos um time forte, competitivo e principalmente raçudo.

Só nos resta chorar e aplaudir o São Paulo, de cima do muro (pra quem nao sabe os campos de treinamento de ambos, se separam apenas por um muro).

Mas a mentalidade dos dirigentes,,,,,,,,,,,,,,buaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!

 

 

 

Escrito por janio às 10h23
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19/11/2006


PARABENS

Parabens ao São Paulo Futebol Clube, que se sagrou hoje Campeão Brasileiro de 2006.

 

Escrito por janio às 19h25
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02/01/2006


Um Ano de 2006, cheio de alegrias e felicidade para todos!!!!

Escrito por janio às 16h33
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30/12/2005


Estou de Volta

Ola galera estamos de volta na fita, espero que a gente sempre se veja neste ano que está por entrar!!!!
FELIZ 2006 !!!!!!

Escrito por janio às 11h36
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13/12/2004


Voluntarios

Ola pessoal, este blog tem a finalidade de expor ao Jabaquara e tambem às outras regioes de Sâo Paulo, formas de participação comunitaria.
A mais conhecida é o chamado "Voluntariado".
Que é quando uma pessoa dispõe de um tempo, em seus afazeres normais pra ajudar.
Porem esta ajuda nunca deve ser confundida como caridade ou um jeito de passar o tempo, e sim uma forma de retribuir à sociedade, com suas habilidades ou qualidades.
Existe muitas Assocoações, Creches, Escolas, em que se pode voluntariar.
Por que nao o padeiro ensinar a fazer pães em uma creche?
O Advogado prestar assessoria jurídica em uma Associação?
Um Médico atender a comunidade em um dia pré-determinado?
Mas o voluntariado não é somente para profissionais, você; você mesmo tambem pode ajudar.
O jovem estudante que nao faz nada durante a tarde pode ajudar a cuidar de crianças numa creche.
A dona-de-casa, que ja enjoou das reprises de novelas à tarde, pode ajudar na cozinha de uma escola pra fazer a merenda da tarde.
As pessoas da melhor idade, que sabem trico ou croche, podem ensinar em uma associção.
Como vocês estao percebendo, a palavra chave disso é disposição.
A pessoa estando interessada e disposta, tudo pode!
Pense nisso, participe de sua comunidade

Escrito por janio às 10h44
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ola

ola pessoal,
esta é a primeira mensagem de meu blog

Escrito por janio às 10h26
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, JARDIM LOURDES, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Informática e Internet, Cinema e vídeo

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